Sexta-feira, 23 de Setembro de 2011

Na constelação governamental completamente diferenciados


- Um que tem a ver com os compromissos com a Troika, o que mal comparado pode ser parecido com o funcionamento das multinacionais, depende formalmente do Primeiro-Ministro, mas recebe instruções, tem que apresentar contas e resultados nas instituições exteriores;
- Outro que tem a ver com a necessidade do nosso crescimento e onde, neste momento, estamos entregues a nós próprios e á nossa capacidade e imaginação;
- Outro ainda que tem a ver com a gestão dos vários processos do Estado, com a necessidade da sua reformulação, simplificação, organização e reforma inovadora.

A organização do Governo deveria, assim, ter em conta estes três espaços, e dentro deles definir e atribuir competências aos vários ministros, secretários e outros.
- Claro que é muito fácil avaliar os governantes quando há objectivos concretos a atingir, claro que os governos, para seu bem, têm que ser avaliados objectivamente e não apenas politicamente.

- Anunciar as medidas é importante, mas isso não é um fim, nem tão pouco uma decisão, isso é só o princípio e estamos habituados a confundir esse princípio com um fim e uma intenção com uma decisão.

Jorge Marques (APG) (in Pessoal/Setembro)

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